Pontos Mis apresenta gratuitamente o filme “Nunca me sonharam”

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O projeto Pontos Mis, desenvolvido pole Museu da Imagem e do Som, que é realizado pelo Governo do Estado em parceria com a prefeitura municipal de Presidente Epitácio, apresenta neste sábado (28) às 16:00 Horas o filme “Nunca me sonharam”. Com entrada franca e distribuição de pipoca, os organizadores do evento convidam toda a população para prestigiar.

Contextualizando os desafios do presente, as expectativas para o futuro e os sonhos de quem vive a realidade do Ensino Médio nas escolas públicas do Brasil. Na voz de estudantes, gestores, professores e especialistas, ‘Nunca me sonharam’ reflete sobre o valor da educação.

A cineasta Estela Renner tem grande interesse nos temas que se relacionam com o crescer. Depois do sucesso de O Começo da Vida (2016), documentário que discute a importância dos primeiros anos logo após o nascimento na formação de cidadãos mais felizes e conscientes, Renner agora atua como produtora, ao lado de Marcos Nisti e Luana Lobo, num filme sobre o Ensino Médio das escolas públicas brasileiras. Nunca Me Sonharam vai além da análise da educação do país. É, antes de tudo, sobre sonhos e sobre descobrir a si mesmo e ao mundo.

Nunca Me Sonharam tem esperança, isto porque dentro dos prédios com pouca estrutura ainda existem mestres sensíveis e dispostos a mudar muito mais que o futuro de seus alunos por meio de uma educação mais próxima das múltiplas realidades de um país de proporções continentais como o nosso. Temos juventudes, no plural.

E cada uma tem suas particularidades para contribuir para que uma nova forma de ensinar e aprender se concretize. Com o recente ocorrido em uma escola particular da cidade de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, onde alunos se vestiram de gari e até de professores para simbolizar a profissão que seguiriam se nada desse certo em suas vidas, um filme como esse é obrigatório. Porque só quem faz com paixão é feliz de verdade. E ela existe pouco em escritórios luxuosos e muito nas escolas deste Brasil.

por Weber Pessoa

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